sábado, outubro 27


MINHA PRIMEIRA VIAGEM DE BALÃO
Há algumas semanas , fomos convidados para um passeio de balão em Boituva, e eu logo me peguei imaginando as belas fotos que tiraria lá de cima. Partimos para o nosso destino às 5h da matina e, num frio de rachar, subimos em nosso moderno meio de transporte para uma viagem que duraria, não cinco semanas, como descrito por Jules Verne, mas breves duas horas.
A sensação de estar sendo transportada acima de tudo e todos é indescritível, sobretudo diante de um belo nascer do sol e em meio a um silêncio quase sepulcral.
O calor do fogo, que mantem o balão, é amenizado, com sucesso, pelas geladas taças de champagne que brotam de dentro da cesta de vime, não a do piquenique, mas a do próprio balão, onde nos alojamos para a bela viagem.
Eu diria que passear de balão é uma das 100 coisas que deveríamos tentar fazer antes de morrer, não pelos goles de champagne ou pelos cenários maravilhosos que sobrevoamos, mas pela sensação de liberdade que o vento no rosto nos proporciona, o que me faz compreender o porquê da busca incessante do homem, ao longo dos séculos, pelo poder de voar e, me fez ter ainda mais certeza de que “céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu".

Um comentário:

RUTINHA disse...

ADOREI ESTA DICA!
COMO FAÇO PARA VOAR DE BALAO?