sexta-feira, maio 16

GÊNIO DA FOTOGRAFIA


Russian Child Released from Concentration Camp, Dessau, Germany, 1945

Gestapo Informer, Dessau, Germany, 1945

Srinagar, Kashmir, 1948

Ile de la Cité, 1952

Last Days of the Kuomintang, Shanghai, 1949



Para compensar a futilidade do post abaixo (rs!), publicamos algumas das mais belas fotografias emanadas das lentes do gênio Henri Cartier- Bresson (vide post Henri Cartier Bresson).
Cartier-Bresson nasceu em Chanteloup, na França, em 22/08/1908. Jovem, descobriu o universo das artes plásticas e tornou-se pintor e desenhista antes de completar 20 anos, influenciado pela arte abstrata e ambientes cubistas.
Em uma viagem à África, aos 22 anos, comprou uma pequena câmera portátil da desconhecida marca Krauss, muito mais agradável do que as enormes câmeras-caixotes.
Mas, ao retornar à França, em 1931, foi apresentado à mais famosa câmera alemã... "Acabava de descobrir a Leica, que se tornou uma extensão de meus olhos. Desde que a encontrei, jamais me separei dela", disse certa vez...
Em 1932, inicia sua carreira fotográfica, tornando-se o mais influente fotojornalista de sua época, desenvolvendo um estilo definido como a busca pelo "momento decisivo" ou "instante decisivo", isto é, pelo instante fugaz em que uma imagem se forma completamente em frente à câmera.
Para ele é o momento decisivo que expressa a essência de uma situação! Por isso, não realiza nenhum tipo de retoque ou manipulação das imagens. Torna-se o mais influente fotojornalista de sua época.
Especializou-se na fotografia em meados de 1930. Tornou-se fotógrafo do exército francês durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido aprisionado em combate pelo exército alemão.
Bresson teve influência artística de
André Kertész e entre os seguidores do seu estilo estão Robert Doisneau, Willy Ronis e Edouard Boubat.
Certa vez, comparou-se a um pescador que tinha um peixe no fim da linha: "a coisa mais importante era abordar a presa de forma cautelosa e puxar no momento certo". Ele está para a fotografia como Picasso está para a pintura.
Sua contribuição para a reportagem é inegável mas foi fotografando cenas cotidianas durante o período de 1930 a 1960 que sua fama se consolidou.
Suas fotos podem não ser espetaculares, mas certamente são lindas e verdadeiras. Em seu livro Os europeus, adverte: "Os fotógrafos não fazem mais do que mostrar as agulhas do relógio, mas eles escolhem os seus instantes".
Repórter fotográfico da revista Ce Soir ao lado de
Robert Capa e David "Chim" Seymour, Cartier-Bresson decidiu fundar uma cooperativa de fotógrafos com esses dois colegas e outros três profissionais...
Batizada de Magnum Photos , em 1947, a agência ainda hoje distribui reportagens fotográficas para publicações francesas e estrangeiras.

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