segunda-feira, abril 11

Tal qual Mademoiselle Chanel


Blake Lively no lendário endereço parisiense: 31, Rue Cambon



A maison Chanel devia uma boa contribuição na batalha pela it bag da estação há muitas temporadas. Tanto que seu último (louvável) feito foi trazer de volta ao topo das listas de desejos a lendária bolsa 2.55, com couro em matelassê e alça de correntes, criada por Coco em 1955 e nunca deixou de ser produzida.



Foi então que Karl Lagerfeld, craque em adaptar o conceito original de Gabrielle Chanel para as coleções atuais, lançou mão de seu melhor dom. E decidiu recriar a peça tradicional, apimentada com ares contemporâneos, em formato ovalado. Assim nasceu Mademoiselle, bolsa lançada na Cruise Collection 2011 há menos de um mês e já desaparecida das prateleiras.


A bolsa foi desenvolvida em três tamanhos (P, M e G), e em muitas versões de tratamento da matéria-prima. Peles de iguana, jacaré e tubarão, couro de bezerro, cetim e jérsei são alguns dos materiais utilizados na confecção das peças, sempre privilegiando o trabalho em matelassê.



Além de linda, Mademoiselle chegou ao mercado junto a uma bem-programada estratégia publicitária, que inclui o rosto da “Gossip Girl” Blake Lively, não apenas como modelo, mas como embaixatriz da linha Mademoiselle, e o gosto acima de qualquer suspeita de Lagerfeld, autor do conceito e também dos próprios cliques da campanha.




Dos modelos que chegaram ao Brasil há pouco mais de uma semana, restam poucas unidades, que custam entre R$ 7.300 e R$ 9.170. A assessoria internacional da Chanel não costuma divulgar números e itens distribuídos entre suas lojas pelo mundo, mas pelo número de elegantes empunhando suas Mademoiselles no antebraço por aqui é possível confirmar o sucesso.
 
Fonte: Aqui

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